À MARGEM DA LEI: PRÁTICAS CULTURAIS NA AMAZÔNIA ACREANA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-8915.103306

Resumo

Desde a última década do século XX, algumas práticas culturais e a própria sobrevivência de comunidades de mulheres e homens da região do Vale do Juruá, na Amazônia acreana passaram a ser impactadas pela ação de determinados agentes públicos que, em nome de instituições de proteção ambiental, a partir de diligências e relatos de fiscalização, operacionalizam uma verdadeira criminalização dos modos de vida de populações secularmente habitantes da floresta e de suas entidades representativas. Com base nesses relatos e em trechos de processos criminais ou administrativos, tendo como pano de fundo a relação linguagem e cultura, no âmbito deste artigo, procura-se problematizar a produção discursiva que reduz diferentes comunidades de habitantes da floresta em “criminosos ambientais”, silenciando suas vozes e marginalizando suas culturas.

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Biografia do Autor

Gerson Rodrigues Albuquerque, Universidade Federal do Acre

Doutor em História Social pela PUC-SP. Professor da UFAC .

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Publicado

2021-01-06

Como Citar

ALBUQUERQUE, Gerson Rodrigues. À MARGEM DA LEI: PRÁTICAS CULTURAIS NA AMAZÔNIA ACREANA. Organon, Porto Alegre, v. 35, n. 70, p. 1–18, 2021. DOI: 10.22456/2238-8915.103306. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/103306. Acesso em: 11 ago. 2026.