A palarvra e a revolução: Rafael e o convento da poesia de Manuel Alegre
DOI :
https://doi.org/10.22456/2238-8915.29516Résumé
Narrativa de incertezas, teia construída a partir de textos outros, recordações e divagações, Rafaelconfigura-se como uma obra em que as palavras vinculam-se com uma essência libertária. Em um jogo deespelhos, as inúmeras referências intertextuais iluminam-se e refletem em outras imagens, tendo em foco umregime totalitário e as consequentes aniquilações do indivíduo, que se fragmenta. Este artigo investiga asartimanhas narrativas desenvolvidas pelo escritor Manuel Alegre na construção dos caminhos de umportuguês que se descobre sempre rumo a Lisboa, por mais que suas trilhas levem-no para outros lugares.Téléchargements
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Publié-e
2009-06-05
Comment citer
ANGELINI, Paulo Ricardo Kralik. A palarvra e a revolução: Rafael e o convento da poesia de Manuel Alegre. Organon, Porto Alegre, v. 23, n. 47, 2009. DOI: 10.22456/2238-8915.29516. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/29516. Acesso em: 12 août. 2026.
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Artigos
