AS UNIDADES LEXICAIS DA SAÚDE

EXPLORANDO DIFERENTES CORPORA ANTIGOS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-8915.149494

Resumen

Al analizar textos de diferentes tipologías producidos en los siglos XVII, XVIII y XIX, en Brasil y Portugal, no es raro encontrar unidades léxicas que se refieren a la salud. Como amenaza constante para la supervivencia humana, las enfermedades se mencionan con frecuencia, así como las formas de evitarlas y curarlas. En este sentido, resulta interesante verificar cómo se entendían y se mencionaban las enfermedades, los tratamientos y las medidas preventivas en textos de diferentes tipos, producidos por diversos actores, con diferentes niveles de alfabetización y conocimientos, y con fines variados en ese período histórico. Así, este artículo tiene como objetivo presentar un estudio inicial realizado por un grupo de investigadores que busca analizar esta diversidad. Para iniciar este estudio, se buscó en primer lugar la constitución de corpus que pudieran favorecer este tipo de investigación. De este modo, en este artículo se presentarán los resultados obtenidos en el levantamiento de estos textos, sus principales características y los retos para estudiarlos, además de evidenciar su relevancia para una investigación diacrónica en esta área del conocimiento y sus contribuciones a diversos grupos socioprofesionales e investigadores de diversas áreas. Este artículo se basa en estudios de Terminología, Terminología Diacrónica, Filología y Lingüística Histórica.

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Biografía del autor/a

Bruno Maroneze, Universidade Federal da Grande Dourados

Doutor em Filologia e Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (2011), com pós-doutoramento pela Universidade de Coimbra (2022). É professor da Universidade Federal da Grande Dourados (desde 2011) e bolsista de produtividade em pesquisa da FUNDECT/CNPq (desde 2025).

Marcus Dores, Universidade Federal da Bahia

Doutor em Filologia e Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo e mestre em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Minas Gerais. É professor do setor de Filologia do Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia, pesquisador colaborador do Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora e membro da Cátedra UNESCO em Patrimônio Imaterial e Saber-Fazer Tradicional: ligando patrimônios. É, desde 2019, editor-chefe da Revista LaborHistórico (UFRJ). É também coordenador do projeto “e-Filologia: rede de investigação e inovação para estudos experimentais de documentos manuscritos brasileiros” (CNPq 443377/2024-3).

Mariângela de Araújo, Universidade de São Paulo

Doutora em Filologia e Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo. Realizou pós-doutorado na Universidade Nova de Lisboa, em 2011. Professora do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Universidade de São Paulo. Professora do Programa de Pós-Graduação em Filologia e Língua Portuguesa e coordenadora local do Mestrado Profissional em Letras em Rede Nacional (ProfLetras). Foi diretora do Centro Interdepartamental de Estudos em Tradução e Terminologia (2017-2021). Foi membro do Conselho Editorial da Revista Debate Terminológico (2012-2017). Faz parte do Conselho Editorial da Revista TradTerm. É membro efetivo da Rede Ibero-americana de Terminologia (RITerm) e membro e co-fundadora da Associação de Lexicografia das Américas Sul, Centro, Caribe e México (AmericaLex-S). É coordenadora dos projetos de pesquisa Interfaces entre Léxico, Ensino e Cultura (InterLEC) e Elaborando definições e mapas conceituais para um dicionário terminológico de Ciências Naturais. Áreas de atuação: Ensino, Terminologia, Lexicologia e Lexicografia em língua portuguesa.

Verena Kewitz, Universidade de São Paulo

Graduada em Letras pela Universidade de São Paulo (1997), mestre (2002) e doutora (2007) em Filologia e Língua Portuguesa pela mesma universidade, pós-doutora em Linguística pela UNICAMP (2008-2010) e livre-docente pela Universidade de São Paulo (2020). Atua regularmente nos seguintes temas: Abordagem Multissistêmica da língua, História do Português Brasileiro e Paulista, Estudos de Língua Falada, Semântica Cognitiva, Tradições Discursivas, Estudos de Sintaxe, Representação do Espaço na língua portuguesa, Levantamento e edição de corpora para estudos linguísticos, sobretudo nos projetos coletivos História do Português Paulista (PHPP) e Para a História do Português Brasileiro (PHPB) desde 1997. É docente de Graduação e Pós-graduação em Filologia e Língua Portuguesa da USP e coordenadora do Comitê de Ética em Pesquisas com Seres Humanos da FFLCH-USP.

Publicado

2025-12-31

Cómo citar

MARONEZE, Bruno; DORES, Marcus; DE ARAÚJO, Mariângela; KEWITZ, Verena. AS UNIDADES LEXICAIS DA SAÚDE: EXPLORANDO DIFERENTES CORPORA ANTIGOS. Organon, Porto Alegre, v. 40, n. 81, 2025. DOI: 10.22456/2238-8915.149494. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/149494. Acesso em: 8 ago. 2026.