ECOS DE “O BARBA AZUL” NA CONTEMPORANEIDADE: ADAPTAÇÕES LITERÁRIAS E CINEMATOGRÁFICAS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-8915.106232

Resumen

Este trabalho reflete sobre a reverberação na contemporaneidade do gótico em “O Barba Azul”, compilado por Charles Perrault em 1967, por meio do exame de dois contos – “The glass bottle trick” (2001), de Nalo Hopkinson, e “The last one” (2005), de Robert Coover – e dois filmes – Barbe Bleue (2009), de Catherine Breillat, e Elizabeth harvest (2018), de Sebastian Gutierrez. Investiga-se a hipótese de que, ainda que narrativas pós-modernas promovam transgressões com relação ao texto tradicional, o conflito de poder entre as personagens permanece mais ou menos inalterado. A discussão do artigo tem como suporte a noção de adaptação (HUTCHEON, 2013), interpretações mitológicas e psicanalíticas (ESTES, 1999; TATAR, 2004; CORSO e CORSO, 2006; BETTLEHEIM, 2010) e os estudos sobre reinterpretações pós-modernas de contos de fadas (BACCHILEGA, 1997, 2013).  

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Biografía del autor/a

Fernanda Aquino Sylvestre, Universidade Federal de Uberlândia

Doutora em Estudos Literários pela UNESP-Araraquara. Professora do Instituto de Letras e Linguística da UFU e docente do PPG em Letras - Estudos Literários da UFU.

Cynthia Beatrice Costa, Universidade Federal de Uberlândia

Doutora em Estudos da Tradução pela UFSC. Professora do Instituto de Letras e Linguística da UFU e docente do PPG em Estudos Literários da UFU e do PPG em Estudos da Tradução da UFSC.

Publicado

2021-03-03

Cómo citar

SYLVESTRE, Fernanda Aquino; COSTA, Cynthia Beatrice. ECOS DE “O BARBA AZUL” NA CONTEMPORANEIDADE: ADAPTAÇÕES LITERÁRIAS E CINEMATOGRÁFICAS. Organon, Porto Alegre, v. 35, n. 69, p. 1–18, 2021. DOI: 10.22456/2238-8915.106232. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/106232. Acesso em: 12 ago. 2026.