"WICKED OLD SOCIETIES": A PRESENÇA FRANCESA EM THE AGE OF INNOCENCE, DE EDITH WHARTON

Autores

  • Rodrigo de Oliveira Lemos Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-8915.86203

Resumo

The Age of Innocence (1920), de Edith Wharton, volta-se com ironia ao estranhamento entre o mundo anglo-saxônico e a França durante o século XIX. Para tanto, o romance se concentra na alta-sociedade nova-iorquina durante a Gilded Age (circa 1870- 1900). Nessa história de um amor frustrado entre o rico e refinado Newland Archer e a americana Ellen Olenska, de volta aos Estados Unidos após abandonar seu marido na Europa, oferece-se um contraste entre a vitalidade artístico-literária do continente europeu, sobretudo de Paris, e a morosidade da vida intelectual na América de então. Igualmente, exploram-se os modos distintos de sociabilidade entre americanos e europeus, principalmente no que toca à convivência entre os sexos. Essas observações, além de comporem o pano de fundo da história, pesam no próprio desenrolar das relações entre os dois protagonistas e na maneira como ambos se encontram e se perdem.

PALAVRAS-CHAVE: Edith Wharton; The Age of Innocence; Cultura francesa.

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Biografia do Autor

Rodrigo de Oliveira Lemos, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

Professor de língua francesa do Departamento de Educação e Humanidades da UFCSPA

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Publicado

2018-12-14

Como Citar

LEMOS, Rodrigo de Oliveira. "WICKED OLD SOCIETIES": A PRESENÇA FRANCESA EM THE AGE OF INNOCENCE, DE EDITH WHARTON. Organon, Porto Alegre, v. 33, n. 65, p. 12, 2018. DOI: 10.22456/2238-8915.86203. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/86203. Acesso em: 3 set. 2026.