O dia do juízo ou o descobrimento da alma - imagem e tempo em Mário de Andrade e Giorgio Agamben

Nilcéia Valdati

Resumo


RESUMO: Para elaboração deste artigo, partimos da noção de profanação construída por Giorgio Agamben, vemos como ela é essencial para entendermos a constituição de categorias em torno da imagem, como “fantasma”, “pathosformel” e “juízo final”. Lançamos essas ideias em diálogo com Mário de Andrade fotógrafo e prosador em O turista aprendiz e Balança, Trombeta e Battleship Ou o descobrimento da alma, assim o que se tem como resultado são questionamentos sobre a elaboração da imagem, que independentemente do tipo de texto (fotografia, diário, conto, romance) coloca-se como carregada de tempo.


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DOI: https://doi.org/10.22456/2238-8915.65241

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E-ISSN: 2238-8915 / ISSN Impresso: 0102-6267


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