A VIDA DAS IMAGENS: THE FALL OF THE HOUSE OF USHER, SEGUNDO JEAN EPSTEIN

Autores

  • José Bértolo Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-8915.65057

Resumo

Este artigo parte da noção de que La chute de la maison Usher (1928, Jean Epstein) pode ser considerado não só uma adaptação do conto homónimo de Edgar Allan Poe, como fundamentalmente um trabalho sobre diversos motivos narrativos, figurais, teóricos e filosóficos do autor norte-americano. Esta reflexão é guiada pelo argumento geral de que Epstein se serve das indagações ontológicas que Poe levou a cabo a propósito das relações entre a literatura e a realidade para formular a sua própria reflexão sobre as complexas conexões entre o cinema e o real físico. Deste modo, e tomando La chute como um filme de charneira na filmografia do cineasta, que une a sua primeira fase vanguardista com a segunda, composta por filmes mais naturalistas filmados na Bretanha, procura-se averiguar a importância decisiva de Poe para a evolução de Epstein enquanto pensador e enquanto cineasta. 

 

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Publicado

2016-11-30

Como Citar

BÉRTOLO, José. A VIDA DAS IMAGENS: THE FALL OF THE HOUSE OF USHER, SEGUNDO JEAN EPSTEIN. Organon, Porto Alegre, v. 31, n. 61, 2016. DOI: 10.22456/2238-8915.65057. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/65057. Acesso em: 3 ago. 2026.