Mulheres deixam traços nas águas?
DOI:
https://doi.org/10.22456/2238-8915.48291Resumo
Este artigo, mediante análise do romance Adèle et la pacotilleuse, de Raphaël Confiant, visa a examinar a centralidade da memória às construções identitárias da protagonista Céline Alvarez Bàà. Como aporte teórico à compreensão das construções identitárias no romance de Confiant, recorre-se fundamentalmente ao conceito de memória, apropriado de Paul Ricoeur (2006); e à noçãodelugar, conforme Édouard Glissant (1996), a fim de dar conta da relação entre a globalidade e a localidade, “telle qu´on puisse, sans défaire le lieu, sans diluer le lieu, l´ouvrir”. Como hipótese de trabalho, considera-se que, enquanto Céline privilegiaria o legado materno resolvendo suas construções identitárias em termos de deslocamentos, talvez Bàà enuncie uma pergunta que, não necessariamente, se satisfaça desta maneira.Downloads
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Publicado
2014-10-27
Como Citar
ALVES, Alcione Corrêa. Mulheres deixam traços nas águas?. Organon, Porto Alegre, v. 29, n. 57, 2014. DOI: 10.22456/2238-8915.48291. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/48291. Acesso em: 13 ago. 2026.
Edição
Seção
Artigos
