A ASSUNÇÃO DA PERDA: MEMÓRIA E IDENTIDADE EM ÁRBOL DE FAMILIA (2010), DE MARÍA ROSA LOJO

Maria Josele Bucco Coelho

Resumo


As narrativas de histórias de vida são formadas por um movimento que conjuga recordação e imaginação, lembranças e esquecimentos, memórias negadas e reivindicadas. Partindo desse pressuposto, este artigo busca delinear os apelos e deveres de memória que funcionam como estratégias de constituição identitária no romance Árbol de Familia, de María Rosa Lojo, publicado em 2010. Busca-se entrever, por extensão, como a proliferação de todo tipo de discurso memorial nas produções literárias contemporâneas reflete a necessidade da posse de um passado negado ou marginalizado, revelando um intento de (re)apresentar-se, sob um paradigma e um matiz outro.


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DOI: https://doi.org/10.22456/2238-8915.47947

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E-ISSN: 22388915 / ISSN Impresso: 0102-6267

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