A ASSUNÇÃO DA PERDA: MEMÓRIA E IDENTIDADE EM ÁRBOL DE FAMILIA (2010), DE MARÍA ROSA LOJO

Autores

  • Maria Josele Bucco Coelho UFRGS- UFPR

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-8915.47947

Resumo

As narrativas de histórias de vida são formadas por um movimento que conjuga recordação e imaginação, lembranças e esquecimentos, memórias negadas e reivindicadas. Partindo desse pressuposto, este artigo busca delinear os apelos e deveres de memória que funcionam como estratégias de constituição identitária no romance Árbol de Familia, de María Rosa Lojo, publicado em 2010. Busca-se entrever, por extensão, como a proliferação de todo tipo de discurso memorial nas produções literárias contemporâneas reflete a necessidade da posse de um passado negado ou marginalizado, revelando um intento de (re)apresentar-se, sob um paradigma e um matiz outro.

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Biografia do Autor

Maria Josele Bucco Coelho, UFRGS- UFPR

Porfessora do departamento de Letras Estrangeiras Modernas da UFPR, Mestre em Estudos Literários (UNESP/ASSIS) e doutoranda em Lteratura Comparada (UFRGS).

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Publicado

2014-10-27

Como Citar

COELHO, M. J. B. A ASSUNÇÃO DA PERDA: MEMÓRIA E IDENTIDADE EM ÁRBOL DE FAMILIA (2010), DE MARÍA ROSA LOJO. Organon, Porto Alegre, v. 29, n. 57, 2014. DOI: 10.22456/2238-8915.47947. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/47947. Acesso em: 25 maio. 2022.