Rosas que ecoam no tempo

a trajetória de Luciana De Oliveira Dias e a construção coletiva de saberes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/1984-1191.154266

Palavras-chave:

Interseccionalidade, Universidade pública, Aquilombamento acadêmico, Epistemologias insurgentes., Mulheres negras

Resumo

Propomos, neste artigo, uma reflexão sobre a presença negra feminina na universidade pública brasileira, a partir da trajetória de uma intelectual que articula afetividade, política e produção epistêmica em chave decolonial. Sua atuação, marcada pela criação de espaços de aquilombamento acadêmico, como um coletivo voltado para estudos sobre raça, gênero e interseccionalidades, contribui para o enraizamento de epistemologias insurgentes. Adotamos uma abordagem sócio-histórica e qualitativa para analisar o impacto de sua práxis acadêmica e institucional, evidenciando como mulheres negras têm transformado os espaços de saber por meio de resistência, escuta e ancestralidade. A trajetória biográfica e intelectual aqui analisada revela os tensionamentos vividos por corpos negros em estruturas marcadas pela branquitude e afirma a potência das mulheres-raízes como cultivadoras de futuros e saberes coletivos.

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Publicado

2026-10-31

Como Citar

FRANÇA EUGÊNIA, Sara; COSTA SILVA, Érika. Rosas que ecoam no tempo: a trajetória de Luciana De Oliveira Dias e a construção coletiva de saberes. ILUMINURAS, Porto Alegre, v. 27, n. 74, p. 660–691, 2026. DOI: 10.22456/1984-1191.154266. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/iluminuras/article/view/154266. Acesso em: 2 nov. 2026.