Prorrogada até 31 de outubro de 2023 a submissão de artigos para HA70 - Antropologia do Desenvolvimento

2023-10-03

Revista Horizontes Antropológicos n. 70 - Antropologia do Desenvolvimento

Organizadores:
Pablo Quintero (Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Porto Alegre – Brasil)
Guilherme Radomsky (Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Porto Alegre – Brasil)
Alberto Arce (Wageningen University – Holanda)

Recebimento de artigos PRORROGADO até 31 de outubro de 2023

Chamada de artigos
O tema do desenvolvimento na Antropologia tem longa trajetória. Desde as primeiras incursões em antropologia aplicada, passando por estudos sobre profundas transformações sociais ou sobre a inclusão de “populações tradicionais” nas “sociedades modernas”, antropólogas/os se dedicaram a avaliar e entender os efeitos das políticas e programas de desenvolvimento em diferentes grupos sociais. Estas múltiplas possibilidades analíticas são paralelas à diversidade de enfoques teóricos e epistemológicos que em especial nas últimas décadas a antropologia testemunhou: abordagens neo-marxistas, pós-estruturalistas, pós-coloniais, teoria ator-rede, gênero e desenvolvimento, etnodesenvolvimento, perspectiva orientada aos atores, entre outras. Recentemente, diferentes países viveram o retorno de políticas de desenvolvimento – com variados efeitos sociais e ambientais – e a rápida queda desta agenda com uma nova onda de governos voltados à liberalização de mercados e à diminuição do papel do Estado na economia. A proposta desse número é constituir uma discussão antropológica que aborde debates teórico-metodológicos em diferentes contextos e propostas de análise sobre problemas contemporâneos em Antropologia do Desenvolvimento. Assim, este número temático de Horizontes Antropológicos se volta ao problema do desenvolvimento cujos subtemas podem reunir: modalidades de cooperação internacional e relações Norte-Sul e Sul-Sul; modernidade, desenvolvimento, biopolítica e populações tradicionais; agricultura, energia e relações humano/não-humano; ética, moralidades e ajuda internacional; alternativas ao desenvolvimento e bem-viver; grandes obras, mineração e ambiente; crise climática e movimentos sociais.

Call for papers
Anthropology of Development

The subject of development has had a long path in Anthropology. Ever since the first incursions in applied anthropology, through studies about profound social transformations or about the inclusion of “traditional populations” in “modern societies”, anthropologists have dedicated to assess and understand the effects of development policies and programs in different social groups. Such multiple analytical possibilities are parallel to the diversity of theoretical and epistemological approaches anthropology has witnessed especially in the last few decades: neo-Marxist, post-structuralist, post-colonial, actor-network theory, gender and development, ethnodevelopent, actor-oriented perspective, among other approaches. Recently, different countries have lived the recurrence of development policies – with multiple social and environmental effects – and the rapid fall of this agenda with a new wave of governments aimed at market liberalization and at diminishing the role of the State in the economy. The proposal of this number is to compose an anthropological discussion, which approaches theoretical-methodological debates under different contexts and analysis about contemporary problems in Anthropology of Development. Thereby, this number of Horizontes Antropológicos turns to the problem of development whose subthemes can reunite: modalities of international cooperation and North-South and South-South relations; modernity, development, biopolitics and traditional populations; agriculture, energy and Human/Non-human relations; ethics, moralities and international aid; alternatives to development and good-living; large-scale works, mining and environment; climatic crisis and social movements.

Llamada de artículos
Antropología del Desarrollo

El tema del desarrollo tiene una larga trayectoria en la antropología. Desde las primeras incursiones en antropología aplicada, pasando por los estudios sobre profundas transformaciones sociales o sobre la inclusión de “poblaciones tradicionales” en “sociedades modernas”, antropólogas/os se han dedicado a examinar y entender los efectos de las políticas y programas de desarrollo en diferentes grupos sociales. Estas múltiples posibilidades analíticas son paralelas a la diversidad de enfoques teóricos y epistemológicos que, en especial en las últimas décadas, ha testimoniado la antropología: abordajes neomarxistas, posestruturalistas, poscoloniales, teoría del actor red, género y desarrollo, etnodesarrollo, perspectiva orientada hacia los actores, entre otras. Recientemente, diferentes países han sido testigos del retorno de políticas de desarrollo –con diversos efectos sociales y ambientales- y de la rápida caída de esta agenda con una nueva camada de gobiernos volcados a la liberalización de los mercados y a la disminución del papel del Estado en la economía. Este número se propone construir una discusión antropológica que aborde debates teórico-metodológicos en diferentes contextos y propuestas de analisis sobre problemas contemporáneos en antropologia del desarrollo. Así, este número temático de Horizontes Antropológicos está centrado en el problema del desarrollo cuyos temáticas derivadas pueden incluir: modalidades de cooperación internacional y relaciones Norte-Sur y Sur-Sur; modernidad, desarrollo, biopolítica y poblaciones tradicionales; agricultura, energia y relaciones humano/no-humano; ética, moralidades y ayuda internacional; alternativas al desarrollo y Buen Vivir; grandes obras, minería y ambiente; crisis climática y movimentos sociales.