A POLÍTICA EXTERNA DO GOVERNO JACOB ZUMA: ASSOCIAÇÃO OU DISSOCIAÇÃO?

Autores

  • Chris Landsberg Universidade de Johanesburgo

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-6912.27993

Palavras-chave:

África do Sul, Jacob Zuma, Política Externa,

Resumo

Na tentativa de dar coerência e previsibilidade para a política externa da África do Sul, o governo de Jacob Zuma, desde que assumiu o cargo em maio de 2009, colocou ênfase no estabelecimento de relações com países e regiões, e outras questões e preocupações principais das relações internacionais. De acordo com a política, a procura do interesse nacional estava no centro das estratégias internacionais da República, com o "interesse nacional" sendo utilizado como um cimento para unir o edifício da política externa pós-governo de Mbeki. No papel, o governo parece ter ido longe em articular essa política externa ambiciosa, no entanto uma série de perguntas surgem. Essas políticas foram postas em prática e, se sim, elas seguem a agenda declarada ou existem graves desvios? Houve associação com as políticas de Mbeki no papel e uma dissociação de tais políticas na prática?

Como os vários princípios da política externa se relacionam com o epicentro do interesse nacional e com algum outro? Será que eles representam uma mudança acentuada na “Agenda Africana” do governo Mbeki ou são uma mera cópia? Este artigo procura responder a estas questões, em particular investigando se uma lacuna se desenvolveu entre a política pronunciada, ou expressa, e como ela foi posta em prática, através da sua implementação.

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Publicado

2022-10-26

Como Citar

Landsberg, C. (2022). A POLÍTICA EXTERNA DO GOVERNO JACOB ZUMA: ASSOCIAÇÃO OU DISSOCIAÇÃO?. AUSTRAL: Revista Brasileira De Estratégia E Relações Internacionais, 1(1), p. 75–102. https://doi.org/10.22456/2238-6912.27993

Edição

Seção

Artigos