QUANDO A TERRA NÃO É O BASTANTE

O PAPEL DO ESPAÇO NA GRANDE ESTRATÉGIA DA CHINA

Autores

  • Paulo Afonso Brardo Duarte Professor at Lusophone University and Minho University
  • Neslihan Topcu Selçuk University, Turkey
  • Daniel Santos Universidade do Minho, Portugal

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-6912.129118

Resumo

Este artigo avalia as proezas da China no Espaço com base no Realismo. O Espaço fornece uma lógica de continuidade para uma posição assertiva semelhante à postura revisionista chinesa no Mar do Sul da China. Avançamos o argumento de que um posicionamento realista é um bom encaixe para a movimentação progressiva em direção a uma perceção sobre fronteiras flexível por parte da China, apesar desta ser um Estado vestefaliano. Pretendemos responder à seguinte pergunta de investigação: Qual o papel da exploração espacial na Grande Estratégia da China e o que é que tal exploração representa em termos de resultados para as perspetivas de competição económica, poder militar e até como fonte de prestígio e narrativa política?

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Biografia do Autor

Paulo Afonso Brardo Duarte, Professor at Lusophone University and Minho University

Membro integrado do CEAD e membro-colaborador do CICP, Universidade do Minho. Braga, Portugal.

Neslihan Topcu, Selçuk University, Turkey

Selçuk University. Konya, Turquia

Daniel Santos, Universidade do Minho, Portugal

Universidade do Minho. Braga, Portugal

Publicado

2023-09-16

Como Citar

Duarte, P. A. B., Topcu, N., & Santos, D. (2023). QUANDO A TERRA NÃO É O BASTANTE: O PAPEL DO ESPAÇO NA GRANDE ESTRATÉGIA DA CHINA. AUSTRAL: Revista Brasileira De Estratégia E Relações Internacionais, 12(23). https://doi.org/10.22456/2238-6912.129118

Edição

Seção

Artigos