TRANSNACIONALISMO E PARADIPLOMACIA NAS RELAÇÕES ECONÔMICAS BRASIL-ANGOLA: O CASO DA CONSTRUÇÃO DE CAPANDA PELA CONSTRUTORA ODEBRECHT

Autores

  • André Rodrigues Corrêa Fundação Getulio Vargas
  • Douglas de Castro Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-6912.65825

Palavras-chave:

Transnacionalismo, Paradiplomacia, Brasil, Angola, Capanda, Odebrecht.

Resumo

A reconstrução de Angola, com o final da guerra civil, dependeu e ainda depende em grande parte dos investimentos externos recebidos e teve as empresas brasileiras como as principais aliadas a partir de linhas de crédito especialmente concedidas para este fim. Qual a razão que levou o Brasil a adotar uma postura de exercício de influência indireta em relação a Angola, a despeito de sua pretensão explicita de política externa de aumentar o intercâmbio Sul-Sul? O que levou as empresas brasileiras a aceitar os riscos de fazer negócios em um país com baixa estabilidade política e institucional, assolado por guerra civil e sem um quadro jurídico estável com o Brasil? Utilizando como quadro teórico o transnacionalismo e a paradiplomacia, as respostas para estes questionamentos serão apresentadas neste artigo a partir de estudo a ser conduzido no caso da construção e posterior ampliação da hidrelétrica de Capanda.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Publicado

2022-11-18

Como Citar

Rodrigues Corrêa, A., & de Castro, D. (2022). TRANSNACIONALISMO E PARADIPLOMACIA NAS RELAÇÕES ECONÔMICAS BRASIL-ANGOLA: O CASO DA CONSTRUÇÃO DE CAPANDA PELA CONSTRUTORA ODEBRECHT. AUSTRAL: Revista Brasileira De Estratégia E Relações Internacionais, 5(9). https://doi.org/10.22456/2238-6912.65825

Edição

Seção

Artigos