RESENHA DO LIVRO "O PENSAMENTO AUTORITÁRIO BRASILEIRO E A CRISE MUNDIAL”, DE PAULO FAGUNDES VISENTINI

Autores

  • José Miguel Quedi Martins Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-6912.139238

Resumo

A recente obra de Paulo Visentini enfoca um tema inusual para um autor já consagrado com diversos livros publicados sobre História Mundial Contemporânea e Relações Internacionais. Trata-se de estudo que encontra em Francisco Campos o vértice que une a crise mundial no período entreguerras com o pensamento autoritário brasileiro e a gênese do Estado Novo. Conquanto o próprio autor seja o primeiro a minimizar a importância do livro – “apenas um trabalho de juventude” –, trata-se de obra seminal. Publicar o estudo 40 anos depois se justifica pela semelhança existente entre o período analisado e a situação atual, em que a crise e a transição mundiais potencializam as manifestações políticas autoritárias, tanto no plano nacional como no global.

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Biografia do Autor

José Miguel Quedi Martins, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Departamento de Economia e Relações Internacionais, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, Brasil. E-mail: jose.martins@ufrgs.br

Publicado

2024-03-16

Como Citar

Quedi Martins, J. M. (2024). RESENHA DO LIVRO "O PENSAMENTO AUTORITÁRIO BRASILEIRO E A CRISE MUNDIAL”, DE PAULO FAGUNDES VISENTINI. AUSTRAL: Revista Brasileira De Estratégia E Relações Internacionais, 12(24). https://doi.org/10.22456/2238-6912.139238

Edição

Seção

Resenhas