INTEGRAÇÃO SUPRANACIONAL NA PERIFERIA DO CAPITALISMO
A EXPERIÊNCIA DA UNIÃO ECONÔMICA E MONETÁRIA DA ÁFRICA OCIDENTAL (UEMOA)
DOI:
https://doi.org/10.22456/2176-5456.93576Palabras clave:
Integração econômica, UEMOA, Guiné-BissauResumen
Analisam-se, no artigo, indicadores socioeconômicos sobre os oito países membros da União Econômica e Monetária da África Ocidental (Uemoa), assim como as relações comerciais internas antes e após a criação desse bloco, destacando-se a
situação da Guiné-Bissau, último país a entrar e um dos mais pobres do mundo. Exploram-se os dados com técnicas de estatísticas descritivas para examinar a performance econômica e comercial do bloco como um todo e também a posição dos países individualmente. Percebe-se que, após a criação da Uemoa, os indicadores socioeconômicos mostraram evolução e as trocas comerciais entre os membros ganharam em intensidade. A comparação do desempenho econômico permite constatar que, na maioria dos indicadores analisados, a Guiné-Bissau mostra-se bastante frágil, tendo evoluído pouco após a sua incorporação. Por razões de cunho também histórico e estrutural, o país permanece em clara desvantagem em relação aos demais, o que permite indagar sobre os reais benefícios da sua participação nesse processo de integração.
Descargas
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2022 Análise Econômica

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os autores mantêm os direitos autorais sobre o trabalho, concedendo à revista apenas o direito de sua primeira publicação. Além disso, têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente para a versão do trabalho publicada nesta revista, desde que reconhecida a publicação inicial neste periódico.