DETERMINANTES DO CRÉDITO BANCÁRIO NO BRASIL: UMA ANÁLISE DE FATORES MICRO E MACROECONÔMICOS DE 2001 A 2012

Autores/as

  • Fernanda Dantas Almeida Universidade Católica de Brasília
    • José Angelo Divino Universidade Católica de Brasília

      DOI:

      https://doi.org/10.22456/2176-5456.52337

      Palabras clave:

      Crédito Bancário, Política Monetária, Dados em Painel

      Resumen

      O objetivo deste artigo é identificar os determinantes do crédito bancário brasileiro, considerando as estratégias específicas das instituições financeiras e a política monetária adotada. O modelo empírico baseia-se numa abordagem teórica do canal de crédito em que os bancos decidem sobre sua oferta de empréstimo levando-se em consideração a política monetária futura incerta. A amostra utilizada consiste em um painel balanceado composto por 75 instituições financeiras no período de 2001 a 2012. Este artigo contribui com a literatura por constatar que não houve impacto direto do ambiente econômico sobre a oferta de crédito no período analisado, dado que o governo adotou uma política creditícia anticíclica descasada das condições macroeconômicas vigentes. Além disso, o crescimento das concessões a pessoas físicas, que são menos sensíveis às variações macroeconômicas, também colaborou para que a política monetária tivesse pouca influência sobre a expansão do crédito. Ademais, os resultados destacam-se por demonstrarem a importância da estratégia dos bancos, além de evidenciar o efeito inercial do crédito.

      Descargas

      Los datos de descargas todavía no están disponibles.

      Biografía del autor/a

      José Angelo Divino, Universidade Católica de Brasília

      Ph.D. em Economia pela Boston University, Estados Unidos. Professor do Programa de PósGraduação em Economia da Universidade Católica de Brasília.

      Publicado

      2017-12-18

      Cómo citar

      Almeida, F. D., & Divino, J. A. (2017). DETERMINANTES DO CRÉDITO BANCÁRIO NO BRASIL: UMA ANÁLISE DE FATORES MICRO E MACROECONÔMICOS DE 2001 A 2012. Análise Econômica, 35(68). https://doi.org/10.22456/2176-5456.52337