Cardumes, auras e bainhas: Trêsformance de Arlindo Oliveira

Jessica Gogan, Denise Adams

Resumo


Este ensaio explora as interfaces estéticas e clínicas na performance Trêsformance (2017) de Arlindo Oliveira, colega e ex-companheiro de manicômio de Arthur Bispo do Rosário, e artista do Ateliê Gaia – um estúdio coletivo para artistas e ex-internos do antigo asilo na Colônia Juliano Moreira no subúrbio norte do Rio de Janeiro –  administrado pelo Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, e debruça-se sobre um conceito de curadoria ao avesso tateando outras institucionalidades e práticas dobradiças do entre.

Abstract
This essay explores the intersections of clinical and aesthetic practices in the performance Trêsformance (2017) by Arlindo Oliveira, colleague and former asylum companion of Arthur Bispo do Rosário and member of Ateliê Gaia - a collective studio for artists and interns of the former asylum in Colony Juliano Moreira in the outskirts of Rio de Janeiro – managed by the Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea and reflects on a concept of an inside/out curatorship that seeks to nurture such intersections and “in-betweens” and the kind of institutionality that might support them.


Palavras-chave


Testemunho, curadoria, dobra, Bispo do Rosário

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Ensaio sem referências




DOI: https://doi.org/10.22456/2179-8001.109420

Direitos autorais 2020 Jessica Gogan

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PORTO ARTE: e-ISSN 2179-8001


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