O dia do juízo ou o descobrimento da alma - imagem e tempo em Mário de Andrade e Giorgio Agamben

Autores

  • Nilcéia Valdati Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná - Unicentro

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-8915.65241

Resumo

RESUMO: Para elaboração deste artigo, partimos da noção de profanação construída por Giorgio Agamben, vemos como ela é essencial para entendermos a constituição de categorias em torno da imagem, como “fantasma”, “pathosformel” e “juízo final”. Lançamos essas ideias em diálogo com Mário de Andrade fotógrafo e prosador em O turista aprendiz e Balança, Trombeta e Battleship Ou o descobrimento da alma, assim o que se tem como resultado são questionamentos sobre a elaboração da imagem, que independentemente do tipo de texto (fotografia, diário, conto, romance) coloca-se como carregada de tempo.

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Biografia do Autor

Nilcéia Valdati, Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná - Unicentro

Professora de Literatura Brasileira, no Departamento de Letras.

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Publicado

2016-11-30

Como Citar

VALDATI, Nilcéia. O dia do juízo ou o descobrimento da alma - imagem e tempo em Mário de Andrade e Giorgio Agamben. Organon, Porto Alegre, v. 31, n. 61, 2016. DOI: 10.22456/2238-8915.65241. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/organon/article/view/65241. Acesso em: 29 ago. 2025.