O JUDICIÁRIO NO LIMITE DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Autores

  • Jade Caldas Sibalde Universidade de Lisboa

Resumo

O presente estudo aborda os impactos dos sistemas de inteligência artificial (IA) no judiciário brasileiro, focando na atuação dos tribunais e advogados. Iniciando com a coleta de dados e fundamentando-se em revisão bibliográfica, a pesquisa visa compreender as dinâmicas da adoção de IA no sistema jurídico e suas variáveis. A análise crítica é conduzida para desvendar os desafios e oportunidades decorrentes desse avanço tecnológico. O método dialético é empregado como estratégia analítica valiosa, sintetizando os dados coletados para produzir um conhecimento crítico e aplicável. Diante da complexidade e limitações inerentes ao estudo de sistemas jurídicos em geral, a pesquisa restringe seu escopo ao cenário brasileiro para aprimorar a análise. O objetivo é fornecer uma compreensão aprofundada das implicações do uso de IA no judiciário nacional, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias eficazes e éticas na incorporação dessa tecnologia. A pesquisa destaca a importância de uma abordagem contextualizada e específica, considerando as particularidades do ambiente jurídico brasileiro no cenário global de transformações impulsionadas pela inteligência artificial.

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Biografia do Autor

Jade Caldas Sibalde, Universidade de Lisboa

Advogada e consultora jurídica, doutoranda em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Lisboa. Graduada em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), pós-graduada em Compliance e Integridade Corporativa pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas) e pós-graduada em Direito Intelectual pela Associação Portuguesa de Direito Intelectual (APDI), desenvolve pesquisa com foco nos ramos de direito constitucional, direito eleitoral, propriedade intelectual, direito sucessório e direito empresarial. Integrante da Academia Brasileira de Direito Civil.

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Publicado

2025-08-31

Como Citar

SIBALDE, Jade Caldas. O JUDICIÁRIO NO LIMITE DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL. Revista da Faculdade de Direito da UFRGS, Porto Alegre, n. 58, p. 297–324, 2025. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/revfacdir/article/view/143763. Acesso em: 8 ago. 2026.