Sobre navegar na contracorrente: a contação de histórias como possibilidade narrativa

Autores/as

  • Amanda Cristina Costa dos Santos Instituto de Psicologia (UFRGS)
  • Liana Netto Dolc Instituto de Psicologia (UFRGS)
  • Thais Gomes de Oliveira Instituto de Psicologia (UFRGS)
  • Gabriel Benoni Godinho Paz Instituto de Psicologia (UFRGS)

Resumen

Contar histórias é ferramenta de atualização da memória. Por meio da oralidade acontece a transmissão da história de sujeitos e de povos inteiros, o que nos possibilita – a cada vez – a reinvenção. Ainda que a narrativa fale de um tempo passado, sempre a contamos no presente: nesse ato reproduzimos violências de nossa época ou abrimos espaços a outros modos de ser e estar nela. Nesse cenário, se insere o coletivo Contantes, um projeto de extensão universitária que atua desde 2019 na Clínica de Atendimento Psicológico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (CAP) e que se propõe à contação de histórias para crianças. As intervenções acontecem mensalmente nas Oficinas do Brincar, espaço composto por crianças com idades entre quatro e treze anos e pelas oficineiras que o conduzem.

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Publicado

2021-10-13

Cómo citar

SANTOS, Amanda Cristina Costa dos; DOLC, Liana Netto; OLIVEIRA, Thais Gomes de; PAZ, Gabriel Benoni Godinho. Sobre navegar na contracorrente: a contação de histórias como possibilidade narrativa. Revista da Extensão, Porto Alegre, n. 22, p. 112–117, 2021. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/revext/article/view/119157. Acesso em: 9 ago. 2026.

Número

Sección

Editoração de Artigos