Coletivo Afro Floripa: resiliência e ativismo em contexto pandêmico

Autores

  • Charles Raimundo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC)

Resumo

Como dar continuidade às atividades que tem sua experiência centrada no encontro presencial? Como aplicar fundamentos caros relacionados à prática conjunta do tocar, dançar, jogar corpos e vozes ao som de tambores e berimbaus? É nessa “encruza” existencial que os grupos que compõem o projeto de extensão Coletivo Afro Floripa, se viram obrigados a encarar por conta da pandemia. Devemos contextualizar a importância de práticas e debates em torno da temática envolvendo cultura e população negra, particularmente em Santa Catarina. Sendo o Sul do Brasil, largamente propagandeado como Europa brasileira, foco de ondas de migração europeia, com ênfase na germânica e italiana, para fins de avanço econômico e branqueamento social.

Logo questionar o jogo de privilégios e trazer a importância de saberes outros, dinamizam a forma de nos entendermos enquanto sociedade diversa e desigual (Almeida, 2019). Neste contexto, o coletivo Afro Floripa realiza suas práticas educativas, pesquisas, criações e difusões na perspectiva de valorização da arte e cultura afro-brasileira em sua potência transformadora e indispensável para uma sociedade diversa com igualdade, representação e respeito.

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Publicado

2021-10-13

Como Citar

RAIMUNDO, Charles. Coletivo Afro Floripa: resiliência e ativismo em contexto pandêmico. Revista da Extensão, Porto Alegre, n. 22, p. 42–49, 2021. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/revext/article/view/119089. Acesso em: 9 ago. 2026.

Edição

Seção

Editoração de Artigos