Grok, sexualização e nudez infantil

violações e responsabilização à luz do direito brasileiro

Autores

  • José Anchieta Oliveira Feitoza
  • Ana Paola de Castro e Lins

Resumo

Trata-se de pesquisa que analisa os impactos jurídicos do uso de ferramentas de inteligência artificial capazes de gerar imagens sexualizadas de pessoas reais sem consentimento, com especial atenção à proteção de crianças e de adolescentes. O objetivo é examinar, à luz do ordenamento jurídico brasileiro, possíveis violações a direitos fundamentais decorrentes do funcionamento do chatbot Grok, vinculado à plataforma X. Justifica-se o estudo pela crescente disseminação de tecnologias de geração de imagens e pelos riscos associados à exploração sexual digital e ao tratamento indevido de dados pessoais sensíveis. Metodologicamente, adota-se pesquisa bibliográfica e documental, com abordagem qualitativa e caráter descritivo-exploratório, mediante análise de legislação, doutrina, jurisprudência e notícias. Resultados parciais indicam possíveis violações à Constituição Federal de 1988, ao Estatuto da Criança e do Adolescente e à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, apontando para a viabilidade de responsabilização civil e eventual tutela coletiva.

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Publicado

07-07-2026

Como Citar

ANCHIETA OLIVEIRA FEITOZA, José; DE CASTRO E LINS, Ana Paola. Grok, sexualização e nudez infantil: violações e responsabilização à luz do direito brasileiro. Res Severa Verum Gaudium, Porto Alegre, v. 11, n. 1bis, p. 366–372, 2026. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/resseveraverumgaudium/article/view/156612. Acesso em: 1 ago. 2026.

Edição

Seção

GT V - Tutela da pessoa nas relações privadas