Parentalidades desprotegidas

planejamento familiar e inseminação heteróloga caseira

Autores

  • Beatriz Souza da Rocha
  • Simone Tassinari Cardoso

Resumo

O presente trabalho tem por objetivo identificar a forma pela qual o ordenamento jurídico brasileiro recepciona o fenômeno da inseminação artificial caseira (IAC), enquanto técnica de reprodução artificial humana, no que diz respeito ao reconhecimento da filiação. Nesse sentido, busca identificar o estado regulatório da inseminação caseira e a recepção do fenômeno na jurisprudência, mediante o método dedutivo, revisão bibliográfica exploratória, análise documental e pesquisa quantitativa e qualitativa da jurisprudência. Ao final, conclui que o ordenamento jurídico possui dependência das normas deontológicas no âmbito legislativo, contudo, tende a recepcionar a inseminação caseira enquanto forma de reprodução humana permitida e válida, que impõe efeitos enquanto ato jurídico. Além disso, identifica vulnerabilidades na forma em que a inseminação caseira foi recepcionada e aponta caminhos futuros à pesquisa no tema.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

07-07-2026

Como Citar

SOUZA DA ROCHA, Beatriz; TASSINARI CARDOSO, Simone. Parentalidades desprotegidas: planejamento familiar e inseminação heteróloga caseira. Res Severa Verum Gaudium, Porto Alegre, v. 11, n. 1bis, p. 182–187, 2026. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/resseveraverumgaudium/article/view/156580. Acesso em: 1 ago. 2026.

Edição

Seção

GT II - Desafios do Direito das Famílias e das Sucessões