Entre autonomia patrimonial e solidariedade familiar

o pacto antenupcial na gestão da legítima

Autores

  • Clarisse de Oliveira Lyra
  • Karina Barbosa Franco

Resumo

O planejamento sucessório tem assumido crescente relevância no Direito Civil contemporâneo diante da complexificação das relações familiares e patrimoniais. Por meio de diferentes instrumentos jurídicos, busca-se organizar previamente a transmissão de bens, reduzindo conflitos familiares e conferindo maior previsibilidade à sucessão causa mortis. Entre os mecanismos utilizados nesse contexto, destaca-se o pacto antenupcial, tradicionalmente associado à definição do regime de bens entre os cônjuges, mas capaz de produzir reflexos relevantes na composição do patrimônio transmissível. A presente pesquisa analisa em que medida o pacto antenupcial pode funcionar como instrumento indireto de gestão da legítima no âmbito do planejamento sucessório. Adota-se metodologia qualitativa, de natureza bibliográfica, com análise da doutrina civilista sobre planejamento sucessório, regimes de bens e proteção dos herdeiros necessários.

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Publicado

07-07-2026

Como Citar

DE OLIVEIRA LYRA, Clarisse; BARBOSA FRANCO, Karina. Entre autonomia patrimonial e solidariedade familiar: o pacto antenupcial na gestão da legítima. Res Severa Verum Gaudium, Porto Alegre, v. 11, n. 1bis, p. 151–156, 2026. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/resseveraverumgaudium/article/view/156575. Acesso em: 1 ago. 2026.

Edição

Seção

GT II - Desafios do Direito das Famílias e das Sucessões