Alienação parental e incertezas epistêmicas
controvérsias científicas sobre a Lei n. 12.318/2010
Resumo
O presente estudo tem por objetivo geral analisar a alienação parental à luz das incertezas epistêmicas que permeiam sua construção científica e sua positivação pela Lei n. 12.318/2010, investigando as controvérsias relacionadas à Síndrome da Alienação Parental e à natureza jurídica do instituto. Parte-se da hipótese de que a normatização não suprimiu o dissenso científico originário, mas o deslocou para novas reflexões que transcendem a incerteza epistemológica para o plano dogmático. A pesquisa adota o método dialético, com abordagem qualitativa, fundamentando-se em revisão bibliográfica sistematizada e análise documental da legislação e de produções acadêmicas pertinentes. Conclui-se que a alienação parental se insere em um campo de pluralidade interdisciplinar e disputas conceituais, revelando instabilidade epistemológica que exige uma reflexão crítica acerca da transposição de construções científicas controversas para transformações paradigmáticas no Direito das Famílias.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Res Severa Verum Gaudium

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Os trabalhos contidos na Revista Res Severa Verum Gaudium são licenciados sob uma Licença Creative Commons - Atribuição-Não Comercial 4.0 Internacional. Esta licença permite copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para fins não comerciais, desde de que citada a autoria original.
As opiniões contidas nas publicações são de responsabilidade do autor.
