Avaliação do Implante Visível de Elastómero Fluorescente (VIFE) em Tricogaster trichopterus (Pallas, 1770) em cativeiro, incluindo informações sobre a técnica utilizada

Autores

  • Gustavo Freire de Carvalho-Souza
  • Henrique Colombini Browne-Ribeiro
  • Itaquaracy Araújo Nascimento
  • Rodrigo Santos Cerqueira
  • Moacir Santos Tinôco

Palavras-chave:

Marcação, bioelastômero, monitoramento

Resumo

O presente trabalho avaliou a implantação de um polímero fluorescente (VIFE) não invasivo utilizando como modelo o peixe ornamental tricogáster, Tricogaster trichopterus (Pallas, 1770) (Perciformes, Osphronemidae), no intuito de verificar se existem possíveis interferências no crescimento dos indivíduos submetidos ao manejo ex-situ. Este trabalho traz os primeiros resultados utilizando este método em território brasileiro e os resultados mostram que o bioeslastômero é um método adequado, extremamente viável, seguro e possivelmente aplicável no ambiente natural em monitoramentos, colaborando assim com o entendimento da dinâmica, bioecologia das espécies e status das condições dos estoques pesqueiros.

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Biografias Autor

Gustavo Freire de Carvalho-Souza

Centro de Ecologia e Conservação Animal - ECOA. Ecologia e Conservação dos Ecossistemas Aquaticos Tropicais

Henrique Colombini Browne-Ribeiro

Centro de Ecologia e Conservação Animal - ECOA. Biologia da Conservação e Ecologia de Vertebrados

Itaquaracy Araújo Nascimento

Centro de Ecologia e Conservação Animal - ECOA. Biologia da Conservação

Rodrigo Santos Cerqueira

Centro de Ecologia e Conservação Animal - ECOA. Biologia da Conservação e Ecologia de Vertebrados

Moacir Santos Tinôco

Centro de Ecologia e Conservação Animal - ECOA. Biologia da Conservação e Manejo da Biodiversidade

Publicado

2010-03-31

Como Citar

Carvalho-Souza, G. F. de, Browne-Ribeiro, H. C., Nascimento, I. A., Cerqueira, R. S., & Tinôco, M. S. (2010). Avaliação do Implante Visível de Elastómero Fluorescente (VIFE) em Tricogaster trichopterus (Pallas, 1770) em cativeiro, incluindo informações sobre a técnica utilizada. Revista Brasileira De Biociências, 8(1). Obtido de https://seer.ufrgs.br/index.php/rbrasbioci/article/view/114906

Edição

Secção

Artigos