Controle social sobre recursos financeiros descentralizados na Educação de Jovens e Adultos: Direito público subjetivo?
DOI:
https://doi.org/10.21573/vol41n12025.139882Palavras-chave:
Educação de Jovens e Adultos, Descentralização Financeira, Controle Social, Direito público subjetivoResumo
O artigo trata do controle social sobre recursos financeiros descentralizados a escolas públicas, apoiado em reflexões oriundas de tese de doutorado já defendida, um estudo de casos, realizado em cinco Centros de Educação de Jovens e Adultos, no Rio de Janeiro. Por meio das compreensões de Duarte (2004), Freire (1997) e Arenth (2015), entre outros, intenciona refletir sobre a possibilidade de se considerar este exercício como direito público subjetivo, a exemplo do direito à educação. Dentre algumas conclusões, compreende-se que o controle social, nesta perspectiva, imbrica-se ao exercício de cidadania e constitui ferramenta necessária para estudantes de EJA.
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