O puro impuro. Variações sobre Meu nome é vermelho, de Orham Pamuk

Biagio D'Angelo

Resumo


As relações entre literatura e imagem, literatura e gêneros menores, literatura e meios de comunicação de massa eram consideradas, há algum tempo, como atividades “impuras” do sistema cultural. Hoje as fronteiras entre gêneros literários e discursos estéticos são limites imaginários, construídos erroneamente para fazer do sistema literário um esquema estéril e binário, que se apoia na separação e endurece as fronteiras. Interessa-me enfrentar novamente essa temática, esse problema, embora os estudos sobre a relação entre as artes tenham aumentado consideravelmente. O meu objetivo é discutir o cruzamento de linguagens e responsabilidade que fundamenta o livro enquanto objeto e sua leitura, a partir de uma releitura do romance O meu nome é vermelho, de Orhan Pamuk, e um desdobramento nas artes visuais com a proposta Meu nome ainda é vermelho de Elida Tessler.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2238-8915.65371

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E-ISSN: 2238-8915 / ISSN Impresso: 0102-6267


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