IMAGINÁRIO DA MORTE NAS ELEGIAS DE PROPÉRCIO

Roberto Arruda de Oliveira

Resumo


Cíntia manifesta-se, aos olhos do poeta, como fonte de sofrimento, de ciúmes e infelicidade, sentimento que o atormenta incessantemente a ponto de considerá-lo um mal a ser evitado por todos.  O poeta sente-se comumente impelido a buscar na morte o único refúgio para sua dor, a libertação do seu sofrimento, pois não encontra em vida correspondência neste amor. Fica-nos evidente o quanto a presença da morte é “necessária” para reafirmação e exaltação dos sentimentos amorosos, única forma de atrair a compaixão da amada.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2238-8915.59028

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E-ISSN: 22388915 / ISSN Impresso: 0102-6267

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