Da escravidão à imprensa
a trajetória da nordestina Joanna Maria do Rozario Costa (1828–1891)
DOI:
https://doi.org/10.22456/1984-1191.154231Palavras-chave:
Mulheres, Imprensa, Século XIXResumo
A capital da Província da Parahyba do Norte foi local de uma experiência subversiva conduzida por Joanna Maria do Rozario Costa. Ela que nasceu escravizada, após o falecimento do companheiro, o tipógrafo José Rodrigues da Costa, se torna uma das principais administradoras dos negócios da produção de impressos, inclusive de jornais. Assim, a partir da sua trajetória pretende-se investigar a atuação na direção do periódico O Publicador que circulou na segunda metade do século XIX, bem como sua administração como co-proprietária da Tipografia deixada como herança aos seus filhos. Para tanto será feito um cruzamento de dados obtidos nas fontes: jornais, registros de batismo e óbito e processos judiciais. O referencial teórico utilizado trata da presença das mulheres na imprensa do século XIX, a partir dos estudos da História Cultural, das Mulheres e Imprensa. São de grande utilidade as pesquisas de (Duarte, 2016), Socorro (Barbosa, 2009), (Peixoto, 2023), que trabalham os impressos como fonte e/ou objeto de estudo.
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