Vidas, linhas e nós
biografia, autobiografia, autoetnografia e memorial acadêmico
DOI:
https://doi.org/10.22456/1984-1191.153315Keywords:
Linhas, Vidas, Biografia, Autobiografia, AutoetnografiaAbstract
This article aims to discuss the challenge of inscribing lives through a dialogue with a set of theoretical references. It examines biographies and related genres—such as autobiography, the academic memoir, and autoethnography—which, despite their differences, frequently reproduce some of the major constitutive divides of sociology and anthropology, including individual/society, structure/agency, and reality/fabulation. Building on this diagnosis, the article addresses the challenge of describing lives in the face of these divides by mobilizing perspectives associated with the paradigm of sociability, notably that of Pierre Bourdieu. It then explores the implications of narrating lives from the paradigm of sociality proposed by Christina Toren and, in particular, by Tim Ingold. Focusing on Ingold’s work, the article examines the analytical potential of describing lives through the concepts of lines and knots, in dialogue with Dénètem Touam Bona, and concludes by showing how this approach opens up new ways of describing lives through different modes of inscription, such as drawing, photography, and film.
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