Uma coisa é uma coisa, tudo é junto
Ponto e linha sobre fotografia
DOI:
https://doi.org/10.22456/1984-1191.140478Palavras-chave:
arquivos, filme etnográfico, políticas da memória, fabulação arte contemporânea.Resumo
Meu Chão[1] é um documentário, sonhado há muitos anos, sobre os Clubes Sociais Negros do Rio Grande do Sul. Só viabilizado em meio a pandemia de Covid-19, graças a lei emergencial Aldir Blanc 1, em 2021. Como projeto, diante de um grande acervo de impressos, o filme previa viagens a todas as regiões do estado, com registro das atividades dos clubes na atualidade. O cronograma de filmagens ficou imprensado entre as ondas da pandemia e nossas incursões ao Rio Grande do Sul precisaram ser suspensas. Para costurar o visível e o invisível, para além das representações das fotografias, a artista Mitti Mendonça fez intervenções com fios e agulhas nas tramas do roteiro. Neste artigo, discuto o processo do fazer fílmico e da pesquisa alinhados a outras práticas da arte contemporânea, fabulação e da imaginação etnográfica. Por meio também de outros filmes anteriores tento mostrar, de forma didática, como a noção de “fabulação” pode nos ser útil na lida com fotografias e arquivos lacunares e na construção de roteiros que projetem outros futuros e contribuam com as “políticas da memória”.
[1] “Meu Chão: clubes negros do Rio Grande do Sul” (2021), Disponível em: Meu Chão – Clubes Negros Do Rio Grande Do Sul: assista agora! (globo.com) e (149) Meu Chão - Clubes Negros do Rio Grande do Sul - YouTube
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 ILUMINURAS

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
-
Todo o conteúdo do periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons do tipo atribuição BY 4.0.
O envio dos trabalhos implica a cessão imediata e sem ônus dos direitos de publicação para a revista, a qual é filiada ao sistema Creative Commons, atribuição CC 4.0. O autor é integralmente responsável pelo conteúdo do artigo e continua a deter todos os direitos autorais para publicações posteriores do mesmo, devendo, se possível, fazer constar a referência à primeira publicação na revista. Esta não se compromete a devolver as contribuições recebidas.
-
O(s) autor(es) que submete (m) artigos para publicação na revista Iluminuras são legalmente responsáveis pela garantia de que o trabalho não constitui infração de direitos autorais, isentando a Revista Iluminuras quanto a qualquer falha quanto a essa garantia.