Tratamento medicamentoso do infarto agudo do miocárdio no Hospital de Clínicas de Porto Alegre

Autores

  • Solano Vinícius Berger
  • Daniele Fricke
  • Paulo Dornelles Picon

Resumo

OBJETIVO: Determinar a taxa de prescrição de trombolíticos, aspirina, betabloqueadores e inibidores da enzima conversora da angiotensina na fase aguda do
infarto e, no caso dos três últimos fármacos citados, na profilaxia secundária do infarto agudo do miocárdio.
MATERIAIS E MÉTODOS: As taxas de prescrição foram determinadas mediante revisão de prontuários de todos os pacientes que estiveram internados com o
diagnóstico de infarto agudo do miocárdio no Hospital de Clínicas de Porto Alegre entre janeiro de 1996 e fevereiro de 1997.
RESULTADOS: Foram identificados 100 pacientes, com uma idade média de 63 ± 13 anos, 58% homens e 89% brancos. As taxas de prescrição dos fármacos na
fase aguda foram: 41% para trombolíticos, 97% para aspirina, 81% para betabloqueadores e 38% para inibidores da enzima conversora. As taxas de prescrição
na profilaxia secundária foram: 71% para aspirina, 68% para beta-bloqueadores e 45% para inibidores da enzima conversora.
CONCLUSÃO: As taxas de prescrição dos fármacos acima citados ainda encontramse abaixo dos valores ideais, apesar de serem comparáveis às taxas relatadas na literatura.

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Publicado

2022-05-25

Como Citar

1.
Berger SV, Fricke D, Dornelles Picon P. Tratamento medicamentoso do infarto agudo do miocárdio no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Clin Biomed Res [Internet]. 25º de maio de 2022 [citado 26º de novembro de 2022];18(2). Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/hcpa/article/view/124756

Edição

Seção

Artigos Originais

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