AVALIAÇÃO DA ADESÃO AO PROTOCOLO DE PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE NA EMERGÊNCIA DO HCPA

Autores

  • Beatriz Graeff Santos Seligman Serviço de Medicina Interna, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Cristina Bergmann Triches Serviço de Medicina Interna, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Marcel Müller da Silveira Serviço de Medicina Interna, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Rodrigo Hammes Strelow Serviço de Medicina Interna, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Michael Schmidt Duncan Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Pedro Tregnago Barcellos Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Shana Martins Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Renato Seligman Serviço de Medicina Interna, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil.

Palavras-chave:

Pneumonia, comunitária, tratamento

Resumo

Objetivo: O estudo tem como objetivo principal avaliar o grau de adesão ao protocolo para manejo de Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) vigente na emergência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Visamos também, buscar características epidemiológicas, clínicas e laboratoriais que possam contribuir para um desfecho mais grave nestes pacientes. Métodos: De forma prospectiva e observacional, selecionamos pacientes com diagnóstico
clínico e radiológico de pneumonia, através de busca ativa na emergência do HCPA, durante o período de agosto a novembro de 2005. O já consagrado escore PORT (Pneumonia Patient outcomes Research Team) de gravidade foi utilizado para estratificação dos pacientes, os quais foram reavaliados no quinto dia. Resultados: Foram obtidos dados de 77 pacientes, com taxa geral de adesão de 65,8%. Esta caiu para apenas 8,7% quando analisados pacientes  com PORT 1 e 2, subindo para 91,8% quando considerados os pacientes com escores PORT maiores. Conclusões: Antibioticoterapia não recomendada, exames laboratoriais e internação desnecessários foram os pontos mais discordantes das recomendações do protocolo. Os dados demonstram a necessidade de uma maior adesão ao protocolo, com vistas à redução de gastos
desnecessários e melhoria na qualidade do atendimento.
Unitermos: pneumonia, comunitária, tratamento.

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Publicado

2020-02-07

Como Citar

1.
Seligman BGS, Triches CB, da Silveira MM, Strelow RH, Duncan MS, Barcellos PT, Martins S, Seligman R. AVALIAÇÃO DA ADESÃO AO PROTOCOLO DE PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE NA EMERGÊNCIA DO HCPA. Clin Biomed Res [Internet]. 7º de fevereiro de 2020 [citado 29º de novembro de 2022];26(1). Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/hcpa/article/view/100335

Edição

Seção

Artigos Originais

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