DEMOCRACIA REPRESENTATIVA, DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E QUESTÕES IDENTITÁRIAS: OS EVANGÉLICOS COMO UM CASO BOM PARA PENSAR

Autores

  • Alexandre Brasil Fonseca Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8136.116253

Palavras-chave:

IURD, Evangélicos e Política, Eleições, Partidos Políticos.

Resumo

Neste artigo - em diálogo com o texto de Christina Vital da Cunha – reflito sobre a relação entre democracia participativa e representativa e como a inserção em partidos políticos envolve elementos importantes que contribuem para a discussão sobre as questões identitárias e suas contribuições para se pensar a política formal. Saliento que considerar a presença de evangélicos na vida partidária, junto às estratégias e diretrizes político-partidárias existentes, como também nos processos de financiamento eleitoral e na estruturação das campanhas são aspectos importantes para a análise proposta. Como conclusão indico que me parece que as diferenças identificadas não são só geracionais, há componentes de classe e questões relacionadas à inserção no território, envolvimentos com diversos movimentos, militância e os diferentes tipos de inserção nas estruturas partidárias.

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Publicado

2021-07-31

Como Citar

FONSECA, Alexandre Brasil. DEMOCRACIA REPRESENTATIVA, DEMOCRACIA PARTICIPATIVA E QUESTÕES IDENTITÁRIAS: OS EVANGÉLICOS COMO UM CASO BOM PARA PENSAR. Debates do NER, [S. l.], v. 1, n. 39, p. 137–153, 2021. DOI: 10.22456/1982-8136.116253. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/debatesdoner/article/view/116253. Acesso em: 29 ago. 2025.

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