Nacionalização partidária na Guiné-Bissau:

apontamentos teóricos sobre PAIGC e PRS nas eleições legislativas de 2004 e 2008

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-5269.127752

Resumo

O presente artigo tem como objetivo analisar o nível de nacionalização dos dois maiores partidos da história da democracia bissau-guineense, visando verificar qual dos dois se nacionalizou mais, isto é, aquele que conseguiu estender mais sua influência e popularidade para mais lugares do território nacional. Verificamos esse fenômeno com base na análise rigorosa e comparativa dos dados relativos aos resultados das eleições, fornecidos pela Comissão Nacional das Eleições – CNE. Fez-se um estudo longitudinal verificando o desempenho dos dois partidos ao longo das eleições legislativas subsequentes de 2004 e 2008. Como resultado deste estudo, constatamos que o Partido Africano para Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde – PAIGC nacionalizou-se mais, ou seja, teve sua popularidade descentralizada ao longo do território nacional, ao contrário do Partido da Renovação Social – PRS.

Palavras-chave: Nacionalização. Partidos. Guiné-Bissau. PAIGC. PRS.

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Biografia do Autor

Nando Paulo Suma, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Mestrando em Ciência Política, Bacharel em Humanidades, Licenciado em Ciências Sociais.

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Publicado

2022-12-30

Como Citar

Paulo Suma, N. (2022). Nacionalização partidária na Guiné-Bissau:: apontamentos teóricos sobre PAIGC e PRS nas eleições legislativas de 2004 e 2008. Revista Debates, 16(3), 35–52. https://doi.org/10.22456/1982-5269.127752