O presente ensaio pretende seguir os questionamentos que perpassam os temas dos textos que serão aqui analisados, onde discorre-se uma leitura-análise dos contos tendo como guia, sobretudo, o método analítico dos sonhos freudiano e a leitura feita pela Soshanna Felman sobre o umbigo dos sonhos. Buscando fazer uma despatriação de formas, frases, momentos e significantes que estão traduzidos para o lugar onde a autora hospeda e é hospedeira(hôte). Em um entre-línguas para onde se desloca o mistério, a leitura da poesia no segundo conto serve como um possível guia a esse texto e aos que o antecedem e o seguem. O tempo do nó é outro e esse talvez seja o tempo visado pela Tawada, um tempo próprio a tradução.
O presente ensaio pretende seguir os questionamentos que perpassam os temas dos textos que serão aqui analisados, onde discorre-se uma leitura-análise dos contos tendo como guia, sobretudo, o método analítico dos sonhos freudiano e a leitura feita pela Soshanna Felman sobre o umbigo dos sonhos. Buscando fazer uma despatriação de formas, frases, momentos e significantes que estão traduzidos para o lugar onde a autora hospeda e é hospedeira(hôte). Em um entre-línguas para onde se desloca o mistério, a leitura da poesia no segundo conto serve como um possível guia a esse texto e aos que o antecedem e o seguem. O tempo do nó é outro e esse talvez seja o tempo visado pela Tawada, um tempo próprio a tradução.