O TRAUMA E A CICATRIZ NA ESCRITA DA ODISSEIA 116

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-3254.105692

Resumo

Neste artigo discuto a elaboração da dramaturgia Odisseia 116 a partir dos conceitos de memória, experiência, narrativa, trauma, cicatriz, e autobiografia, presentes em alguns ensaios do filósofo e crítico alemão Walter Benjamin (2012) no livro Magia, Técnica, Arte e Política. Dialogo também com alguns ensaios da filósofa Jeanne Marie Gagnebin (2006), autora do prefácio do livro citado, dentre outros autores. Como metodologia, amparo-me em aspectos da cartografia e da genética teatral. Como considerações finais, desenvolvo a possibilidade de uma escrita que surge de materiais e inspirações diversos por meio de um processo de características rizomáticas,levando em consideração as potências do trauma e da cicatriz.

 

Palavras-chave

Dramaturgia. Autobiografia. Viagem. Trauma. Cicatriz.

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Biografia do Autor

Cleilson Queiroz Lopes, Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC

Ator, dramaturgo e professor de teatro. Doutorando em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC.

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Publicado

2021-04-20

Como Citar

Lopes, C. Q. (2021). O TRAUMA E A CICATRIZ NA ESCRITA DA ODISSEIA 116. Cena, (33), 86–98. https://doi.org/10.22456/2236-3254.105692

Edição

Seção

Artigos