Incursões Políticas e Violência Simbólica Contra Corpos Envelhecidos em Dança no Brasil: entre práticas artísticas e educação
DOI:
https://doi.org/10.22456/2236-3254.150330Resumo
O presente artigo apresenta um recorte da pesquisa desenvolvida no curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal de Pelotas (PPGArtes/UFPel), relacionado ao projeto de dissertação previamente intitulado Perspectivas andragógicas do trabalho a partir do corpo biográfico em homens maduros e envelhecidos. Tem por objetivo principal analisar como a veiculação de obras cênicas que supervalorizam a juventude e aspectos corporais frequentemente comprometidos em corpos maduros e idosos corroboram para o reforço de um modelo corporal para a dança. Para isto, utiliza como fundamento os estudos de Pierre Bourdieu, e seus conceitos de campo, habitus e capital, bem como trata da violência simbólica, acrescida das teorias sociológicas do envelhecimento a partir da antropóloga Guita Grin Debert, apresentando ao final, algumas práticas de dança de resistência, como a Companhia Turno 2 da UFPel.
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