How much memory does a democracy need? A reflection on the relation between memorial practices and democratic practices in today's Brazil

Authors

  • Benito Bisso Schmidt Departamento e Programa de Pós-Graduação em História da UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.22456/1983-201X.54042

Keywords:

Brazilian dictatorship, Memory, Democracy, Transitional justice

Abstract

The present article, structured in essay format, seeks to analyze the relationship between memorial practices and democratic practices, focusing on memorial projects in Brazil regarding the civil-military dictatorship, which took place in the country from 1964 to 1985. To do so, this paper examines places of memory and other forms of expression by the civil society that evoke this authoritarian past, conceived as part of the transitional justice. It also affirms the need for an exemplary memory related to the dictatorship as a key element towards the process of building a strong democracy and enabling full citizenship.

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Published

2015-03-09

How to Cite

Schmidt, B. B. (2015). How much memory does a democracy need? A reflection on the relation between memorial practices and democratic practices in today’s Brazil. Anos 90, 22(42), 153–177. https://doi.org/10.22456/1983-201X.54042

Issue

Section

Dossiê: Usos públicos e políticos da memória - Construções, conflitos e representações