A MODERNIDADE INSUSTENTÁVEL E O HOMEM: As Enchentes do Rio Grande do Sul como sintomas da técnica moderna

Autores

  • Wellington Lima Amorim
  • Daniel Fraga de Castro Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Resumo

Este ensaio pretende analisar as enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul nos anos de 1941 e 2024, relacionando esses eventos com as descrições e observações presentes na obra "Fisionomia do Rio Grande do Sul" de Balduíno Rambo e as filosofias de Martin Heidegger e Byung Chul Han. A pesquisa busca compreender os fatores naturais e sociais que contribuíram para esses desastres, bem como as mudanças e continuidades ao longo da modernidade, utilizando os conceitos de modernidade sádica, desenvolvimento insustentável, técnica moderna, modernidade pornográfica, enxame e psicopolítica.

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Biografia do Autor

Daniel Fraga de Castro, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Possui graduação em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2002), graduação em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009) e mestrado em Lingüística e Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2011). Doutor em Letras pela Pontifícia Universidade católica (2017). 

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Publicado

2025-08-01

Como Citar

Lima Amorim, W., & Fraga de Castro, D. (2025). A MODERNIDADE INSUSTENTÁVEL E O HOMEM: As Enchentes do Rio Grande do Sul como sintomas da técnica moderna. REVISTA AGON - Ἀγών - ISSN: 2965-422X, 5(14). Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/agon/article/view/150154

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