Escravidão e Negros em livros didáticos de História

Autores

  • Olgário Paulo Vogt UNISC
  • Meline de Barros Brum Professora da Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

Ensino de história, Livros didáticos, Escravidão,

Resumo

O livro didático de história de longa data se constitui em importante instrumento pedagógico, principalmente para estudantes de escolas públicas, que muitas vezes o tem como principal material de consulta. Este artigo visa analisar como a escravidão e os negros eram retratados em livros didáticos de Ensino Médio no início da década de 1980. Para tanto, foi realizada uma pesquisa em livros de História do Brasil utilizados no então 2º Grau e verificada a forma como seus autores abordavam o tema. Posteriormente, comparam-se esses livros didáticos com outros utilizados atualmente. Percebeu-se que, transcorridas apenas três décadas, houve profunda alteração nos conteúdos relacionados à escravidão e ao negro em livros didáticos de história. Os novos enfoques teóricos-metodológicos sobre a escravidão e a implantação de políticas públicas (Programa Nacional do Livro Didático e as leis nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, e 11.635, de 10 de março de 2008) são apontados como responsáveis pelas alterações ocorridas.

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Biografia do Autor

Olgário Paulo Vogt, UNISC

Professor de História do Departamento de História e Geografia e do PPG em Desenvolvimento Regional da UNISC

Meline de Barros Brum, Professora da Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul

Licenciada em História pela UNISC.

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Publicado

2016-08-15

Como Citar

VOGT, O. P.; BRUM, M. de B. Escravidão e Negros em livros didáticos de História. Revista Aedos, [S. l.], v. 8, n. 18, p. 52–74, 2016. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/58695. Acesso em: 18 abr. 2024.