Uso da aromaterapia para o controle da ansiedade durante o atendimento odontopediátrico

Autores

  • Yana Cosendey Toledo Mello-Peixoto University of São Paulo, Bauru School of Dentistry, Department of Pediatric Dentistry, Orthodontics and Public Health, Bauru, SP, Brazil. https://orcid.org/0000-0002-0527-2158
  • Eloá Cristina Passucci Ambrosio Postdoctoral Researcher, University of São Paulo, Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies, Bauru, SP, Brazil. https://orcid.org/0000-0003-2322-3832
  • Gisele Silva Dalben Pediatric Dentistry, University of São Paulo, Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies, Bauru, SP, Brazil. https://orcid.org/0000-0002-5203-796X
  • Cleide Felicio Carvalho Carrara Pediatric Dentistry, University of São Paulo, Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies, Bauru, SP, Brazil.
  • Thais Marchini Oliveira Full Professor, University of São Paulo, Bauru School of Dentistry, Department of Pediatric Dentistry, Orthodontics and Public Health, and Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies, Bauru, SP, Brazil.
  • Paula Karine Jorge Pediatric Dentistry, University of São Paulo, Hospital for Rehabilitation of Craniofacial Anomalies, Bauru, SP, Brazil.

DOI:

https://doi.org/10.22456/2177-0018.136768

Palavras-chave:

Aromaterapia, Lavandula, Ansiedade, Anestesia dentária, Odontopediatria

Resumo

Objetivo: Avaliar a capacidade ansiolítica do óleo essencial de Lavandula angustifólia como potencial agente complementar do manejo do comportamento infantil por meio de diferentes métodos durante o tratamento odontopediátrico, com e sem o uso de anestesia infiltrativa. Materiais e métodos: Cinquenta e três participantes foram submetidos a procedimentos odontológicos com ou sem anestesia infiltrativa e compuseram os seguintes conjuntos amostrais, Grupo 1, sem anestesia; Grupo 2, sem anestesia associado a placebo; Grupo 3, sem anestesia associado a aromaterapia (difusão aérea); Grupo 4, com anestesia; Grupo 5, com anestesia associado a placebo; Grupo 6, com anestesia associado a aromaterapia (difusão aérea); Grupo 7, sem anestesia associado a aromaterapia (inalação); Grupo 8, com anestesia associado a aromaterapia (inalação). Batimentos cardíaco por minuto (BPM), escala de Frankl, além de um questionário respondido pelo participante foram avaliados. A análise estatística foi aplicada (α=5%). Resultados: O Grupo 4 apresentou diferença estatisticamente significativa da escala de Frankl em comparação aos outros conjuntos amostrais (p=0.009). No Grupo 3, a variação do BPM foi menor em relação ao BPM inicial (r=-0.708; p=0.022); diferente da variação do BPM, dos Grupos 6 (r=-0.752; p=0.012) e 7 (r=-0.722; p=0.018). Discussão: Os grupos em que houve o uso da anestesia apresentaram piores resultados quanto ao comportamento, questionário e BPM final. Embora a difusão aérea e a inalação (mão em concha), apresentem o mesmo mecanismo de ação, o tempo de exposição, mostrou-se relevante. Conclusão: A aromaterapia reduziu o batimento cardíaco por minuto nas crianças que realizavam tratamento odontológico sem anestesia infiltrativa

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Publicado

2024-02-21

Como Citar

Yana Cosendey Toledo Mello-Peixoto, Eloá Cristina Passucci Ambrosio, Gisele Silva Dalben, Cleide Felicio Carvalho Carrara, Thais Marchini Oliveira, & Paula Karine Jorge. (2024). Uso da aromaterapia para o controle da ansiedade durante o atendimento odontopediátrico . Revista Da Faculdade De Odontologia De Porto Alegre, 65. https://doi.org/10.22456/2177-0018.136768

Edição

Seção

Artigos originais