Que tipo de escola (re)produz fake news?

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Resumo

Nesse ensaio teórico, buscamos refletir sobre como pode ser feito um enfrentamento às fake news, tão espalhadas nos últimos anos. Para tanto, discorremos sobre o papel da alfabetização científica (e seus possíveis modelos) nesse contexto, entendendo que sua prática depende de políticas públicas que orientam um padrão de escolas a ser seguido. Essas escolas, por sua vez, modelam e são moldadas por uma perspectiva sociológica da educação, na qual podem assumir um papel reprodutor ou transformador da sociedade. Desse modo, problematizamos as concepções sociais, políticas e pedagógicas implícitas nas políticas públicas produzidas por uma sociedade neoliberal, e como as escolas assim pensadas se tornam (re)produtoras das fake news.

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Biografia do Autor

Igor Lôbo, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Graduado em física (bacharelado e licenciatura/UFBA) e em engenharia química (UFBA), especialista em divulgação e popularização da ciência (COC/Fiocruz), mestre em educação (UNIRIO) e doutorando em educação (UNIRIO).

Iago Vilaça de Carvalho, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Graduado em Licenciatura em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre em Educação em Ciências e Saúde pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (NUTES/UFRJ). Doutorando em Educação em Ciências e Saúde pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (NUTES/UFRJ).

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Publicado

2023-02-24

Como Citar

Lôbo, I., & Vilaça de Carvalho, I. (2023). Que tipo de escola (re)produz fake news?. Políticas Educativas – PolEd, 16(1). Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/Poled/article/view/126832