Algumas Considerações Sobre os Ciclos Fluviais da Formação Rio Bonito, Rio Grande do Sul, Brasil

Autores/as

  • GERARDO BOSSI Consejo Nacional de Invertigaciones Cientificas y Tecnicas - CONICET
  • RENATO ANDREIS Laboratorio Geológico, Yacimentos Petrolíferos Fiscales - YPF
  • ROBERTO VIEIRA Departamento de Estratigrafia e Paleontologia/ Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.22456/1807-9806.21722

Palabras clave:

ciclos fluviais, Formação Rio Bonito, Rio Grande do Sul, Brasil

Resumen

Neste trabalho são descritos e analisados cinco perfis de superfície da Formação Rio Bonito (Permiano inferior), no Estado do Rio Grande do Sul, sul do Brasil. Os perfis da Barrocada e Km 218B são tipicamente ciclos fluviais granodecrescentes, com camadas de carvão enquanto que os outros três – Morro Papaleo, Budó e Km218A – são parcialmente granodecrescentes, mostrando um alto contraste entre os depósitos grossos de canal e os sedimentos pelíticos da planície aluvial. A ciclicidade foi descrita usando-se os modelos fornecidos pela cadeia de Markov e dois conceitos adicionais novos: o desenvolvimento hierárquico dos canais e o índice de concentração. O primeiro representa uma comparação empírica com a sequência ideal de canal e o segundo está relacionado com o número de transições multiepisódicas em cada litologia. As fácies com carvão se associam com canais de baixa mobilidade (hierarquicamente altos) e um bom desenvolvimento de fácies de diques marginais, as quais contribuíram à preservação das turfeiras da contaminação clástica grossa, ao mesmo tempo que as seguraram na sua persistências ao longo dos tempos.

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Publicado

1983-12-31

Cómo citar

BOSSI, G., ANDREIS, R., & VIEIRA, R. (1983). Algumas Considerações Sobre os Ciclos Fluviais da Formação Rio Bonito, Rio Grande do Sul, Brasil. Pesquisas Em Geociências, 15(15), 44–65. https://doi.org/10.22456/1807-9806.21722

Número

Sección

ARTIGOS