A barbárie como regra da ditadura: mentiras, enganos e corrupção em K. – Relato de uma busca

Autores

  • Antônio Carlos Schimeneck Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

DOI:

https://doi.org/10.22456/1981-4526.119210

Palavras-chave:

Ditadura, Polícia, Direitos, Violência, Memória

Resumo

A ditadura militar brasileira, entre 1964 e 1985, foi uma das mais longevas da América Latina. Durante 21 anos, militares se revezaram no poder a partir de um golpe de estado apoiado por parte da população, da mídia e de setores religiosos. O longo processo redemocratização culminou no abafamento do passado: a anistia. Entre tantas leituras possíveis de K. – Relato de uma busca, está a forma como os militares tratavam os opositores ao sistema. A completa negação aos Direitos Humanos se amplifica na tortura e nos desaparecimentos. Para além disso, há a negação dos fatos, o que gera um sofrimento atroz para quem busca por entes queridos sequestrados pelo governo. Bernardo Kucinski aponta o modus operandi à brasileira: uma rede de mentiras, enganos e corrupção nas entranhas do sistema ao qual K. acaba se submetendo em busca da filha desaparecida pelos carrascos da ditadura.

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Biografia do Autor

Antônio Carlos Schimeneck, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Mestrando no PPG Letras UFRGS na linha de pesquisa em: Literatura, Sociedade e História da Literatura. Formado em Letras pela Unisinos. antonioschimeneck@hotmail.com

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Publicado

2023-02-06

Como Citar

Schimeneck, A. C. (2023). A barbárie como regra da ditadura: mentiras, enganos e corrupção em K. – Relato de uma busca. Nau Literária, 18(2). https://doi.org/10.22456/1981-4526.119210