CAMINHOS DA (CO)REFLEXÃO, DA (CO)ATUAÇÃO E DA DA ESCRITA EM COAUTORIA
RESSONÂNCIAS ANCESTRAIS PARA UMA APRENDIZAGEM SIMBÓLICA-SENSÍVEL
DOI :
https://doi.org/10.22456/1982-6524.141016Résumé
A presença de indígenas acadêmicos nas universidades tem provocado ações e reflexões. Colocamos em pauta a potência do bom encontro - indígenas e não indígenas -, tendo, em perspectiva, uma academia que acolha a diversidade. Partindo da narrativa de origem do povo Kaingang, constituiu-se a metodologia Vãfy, inspirada na trama da sua arte e no seu trançado cultural, que contempla a oposição e a complementaridade. Em movimentos de coautoria e coatuação, vão sendo construídas reflexões e aprendizagens que germinam em espaços educativos, especialmente através de ações extensionistas. Entretanto, percebemos que ainda há um longo caminho para chegar na coexistência harmoniosa, tão urgente para os tempos que vivemos.
