FRUIÇÃO E POSSIBILIDADE NO PALÁCIO-FLORESTA

O OLHAR MUSEOLÓGICO E A PRESENÇA INDÍGENA NA ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-6524.136368

Resumo

O presente artigo objetiva analisar a exposição "ELAS Indígenas" e o Parque Lage enquanto lócus museológico da cultura carioca contemporânea e a presença indígena no espaço. A exposição foi aberta aos públicos no dia 22 de julho de 2023 e em diálogo direto com um dos curadores, e o atual diretor do espaço, Alberto Saraiva, o texto aborda a instituição acerca do próprio conceito de "museu" e as possibilidades entre museologia e arte. As entrevistas servem como amparo epistemológico para a discussão estabelecida, sobretudo da nova postura da instituição diante a mediação com grupos historicamente marginalizados, assim como outras experiências da presença indígena na história dos museus e da museologia.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Pedro Marco, UNIRIO

Pesquisador, curador e graduando da Escola de Museologia da UNIRIO, bolsista de Iniciação Científica/UNIRIO no Projeto de Pesquisa "Design de Exposições".

Helena Uzeda, UNIRIO

Doutora em Artes Visuais, PPGAV/UFRJ (2006), Mestre em História e Crítica da Arte, PPGAV/UFRJ (2000); professora da Escola de Museologia da UNIRIO; docente permanente e coordenadora do curso de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio (UNIRIO-MAST), coordena o Projeto de Pesquisa “Design de Exposições”, que conta com financiamento da FAPERJ.

Downloads

Publicado

2024-08-31

Como Citar

GONÇALVES, Pedro Marco; UZEDA, Helena. FRUIÇÃO E POSSIBILIDADE NO PALÁCIO-FLORESTA: O OLHAR MUSEOLÓGICO E A PRESENÇA INDÍGENA NA ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE. Espaço Ameríndio, Porto Alegre, v. 18, n. 2, p. 322–339, 2024. DOI: 10.22456/1982-6524.136368. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/136368. Acesso em: 15 set. 2026.

Edição

Seção

ARTIGOS