CAMINHOS DA (CO)REFLEXÃO, DA (CO)ATUAÇÃO E DA DA ESCRITA EM COAUTORIA

RESSONÂNCIAS ANCESTRAIS PARA UMA APRENDIZAGEM SIMBÓLICA-SENSÍVEL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-6524.141016

Resumo

A presença de indígenas acadêmicos nas universidades tem provocado ações e reflexões. Colocamos em pauta a potência do bom encontro - indígenas e não indígenas -, tendo, em perspectiva, uma academia que acolha a diversidade. Partindo da narrativa de origem do povo Kaingang, constituiu-se a metodologia  Vãfy, inspirada na trama da sua arte e no seu trançado cultural, que contempla a oposição e a complementaridade. Em movimentos de coautoria e coatuação, vão sendo construídas reflexões e aprendizagens que germinam em espaços educativos, especialmente através de ações extensionistas. Entretanto, percebemos que ainda há um longo caminho para chegar na coexistência harmoniosa, tão urgente para os tempos que vivemos.

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Biografia do Autor

Onorio Isaías de Moura, UNISC - UFRGS

Possui graduação em Comunicação Social: Relações Públicas pela Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA (2017). Mestre em Educação no Programa de Pós Graduação, PPGedu -- Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC. Doutorando em Educação pela mesma instituição; doutorando em Letras (UFRGS). Área de atuação: Formação de Professores, Educação Ameríndia e Interculturalidade. Participa do grupo de pesquisa PEABIRU: educação ameríndia e interculturalidade.

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Publicado

2024-08-31

Como Citar

GRAEFF WERNZ, Maria Cristina; ISAÍAS DE MOURA, Onorio. CAMINHOS DA (CO)REFLEXÃO, DA (CO)ATUAÇÃO E DA DA ESCRITA EM COAUTORIA: RESSONÂNCIAS ANCESTRAIS PARA UMA APRENDIZAGEM SIMBÓLICA-SENSÍVEL. Espaço Ameríndio, Porto Alegre, v. 18, n. 2, p. 202–217, 2024. DOI: 10.22456/1982-6524.141016. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/141016. Acesso em: 15 set. 2026.

Edição

Seção

DOSSIÊ